Da inquieta esperança

Bem sabes Tu, Senhor, que o bem melhor é aquele
Que não passa, talvez, de um desejo ilusório.
Nunca me dê o Céu… quero é sonhar com ele
Na inquietação feliz do Purgatório.
(Mário Quinatana)
Mário Quintana, poeta gaúcho nascido em Alegrete, em 30 de julho de 1906, morreu em 5 de maio de 1994, em Porto Alegre. Trabalhou em vários jornais gaúchos. Traduziu Proust, Conrad, Balzac, e outros autores de importância. Em 1940, lançou a Rua dos Cataventos, seu primeiro livro de poesias. Ao que seguiram Canções (1946), Sapato Florido (1948), O aprendiz de Feiticeiro (1950), Espelho Mágico (1951), Quintanares (1976), Apontamentos de História Sobrenatural (1976), A Vaca eo Hipogrifo (1977), Prosa e Verso (1978), Baú de Espantos (1986), Preparativos de Viagem (1987), além de varias antologias.
Mais em: http://www.revista.agulha.nom.br/quinta1.html#dainquieta
Figura daqui: http://www.lenawolff.com/
May 28th, 2010 at 4:04 am
Olha uma coruja ali! *-*
May 31st, 2010 at 12:23 pm
Nunca me dê o céu…
O que é isso?? crise??
hahah
beijocas e saudades
PS: de uma pessoa de pijama de de férias
June 7th, 2010 at 5:47 am
Eu também gosto de sonhar com o céu!!! Apesar de querer acreditar que um dia ele chegue de fato!!!