Nov
17
2009
Natal
Retorno à cidade onde ainda se vê estrelas no fim da madrugada
Revejo as ruas largas e vazias de domingo cheias da brisa forte do rio-mar
Entro novamente no meu quarto sem horas onde durmo o sono tranquilo da minha solidão voluntária.
Vens ao meu pensamento
Te disse “até logo” e o quanto te amo?
Descubro que o cheiro do incenso queimado para perfumar a casa
não chega aos pés do café fresco passado todos os dias na hora da chuva.
Sentirei falta do teu sorriso, da tua gargalhada e até do teu choro (que alívio poder ter ficado ao teu lado)
Fecho os olhos e ouço os teus passinhos pela casa. Relembro a boba alegria que despertas em mim.
Algumas coisas são permanentes.